31 agosto 2015

31/31 - Finalmente, o fim

Ou: Consegui e não morri no meio do caminho (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)



Sempre achei engraçado quando ciclos ou períodos resolvem acabar, não sei lidar bem com certos fins, tenho uma mania de não compreender bem quando algo acaba. Mas existem algumas exceções que, ao contrário das outras pessoas, não me trazem nenhuma dor e nenhuma sensação de fim, como finais de ano. Nunca consigo compreender bem toda aquela sensação geral meio não fiz nada esse ano mas ano que vem vai dar tudo certo, ano novo coisas novas. Por incrível que pareça, não consigo notar bem esse minuto em que o ontem se transforma no hoje e tudo começa a ser completamente diferente. Vai ver é por isso que não lido bem com fins, não consigo senti-los ou compreendê-los.

Então, preciso dizer que nunca me importei com esse negócio de: "já vai tarde agosto, mês de 15 semanas" ou  sei lá "fevereiro só me traz coisa ruim", pra mim tudo é um grande e constante agora. Mas, apesar disso, hoje, nesse exato momento, preciso confessar que esse mês que acabará daqui a uma hora e trinta minutos, está indo embora e levando consigo um bom e velho: "já vai tarde". 

Não que agosto tenha sido horrível, longe disso, foi emocionante poder chegar aqui e escrever sem pudor, foi emocionante estar atenta a tudo ao meu redor que poderia virar um texto. Foi maravilhoso descobrir que eu posso sim escrever quando eu quiser, porque assunto é o que não falta. Descobrir que sou capaz, que é possível acalenta meu coração e me diz em alto e bom tom: "você não é uma completa farsa" e escrever o tempo todo é tão divertido quanto parece. Na verdade, escrever o tempo todo e deixar isso público. Porque, mesmo que às vezes eu ache, a internet não é um grito no vácuo e existem pessoas aí do outro lado, mesmo que a maioria (tudo) do que eu escreva seja pra mim, pra me conhecer, me entender e entender o mundo (Me desculpem, mas vocês são uns loucos que toparam entrar nessa loucura que é a minha vida comigo). 

E que bom que a internet não é um grito no vácuo, porque perceber-se abraçada por tanta gente é lindo demais, mesmo que as coisas não saiam como queremos ou mesmo que cheguemos aqui, ao fim de um BEDA, esgotadas e reflexivas a respeito de como será a vida depois desse furacão. É incrível perceber que você não está sozinha, existem inúmeras pessoas que se sentem exatamente iguais a você, perceber que tem quem tenha semanas tão sem graça quanto as suas, ou que pensa exatamente como você a respeito de coisas que são muito relevantes. Ou que tenha gente que te dê aquele empurrão que faltava pra você ir a um show que tanto queria ir, e que também sinta tanto o outro e a vida; que também tenha flopado em algumas coisinhas e tudo bem, que te faça enxergar teu livro favorito de um jeito diferente e muito mais crível de uma forma muito engraçada ou que me mate de rir ao contar uma aventura pra conseguir canudos em formato fálico e também tenha te feito assistir uma das novelas mais maravilhosas, porque conseguiu compará-la ao teu livro favorito. Encontrar gente que te ensina que somos seres humanos complexos e não um simples sonho de outra pessoa e que concorda contigo quando fala que representatividade é importante pra caçamba e outras inúmeras coisas que tornariam isso aqui infinito, é sensacional demais pra passar em branco.  

Então gostaria de agradecer imensamente por fazer parte dessa blogosfera enorme e tão rica de gente maravilhosa e incrível, que me faz pensar: "esse mundo tem jeito". Obrigada também a quem me acompanha e me acompanhou com todos os meus altos e baixos, com minhas inseguranças e dias não postados (sim, foram quatro), porque vocês também importam e muito e me fazem ter vontade de continuar, inclusive as pessoas invisíveis (sim, você), porque na maioria das vezes sou uma dessas pessoas ocultas por aí também. Obrigada por existirem e por fazerem eu me encontrar com o texto de vocês, que às vezes falam aquilo que ta entalado aqui dentro e não consegue sair e de algum modo vocês conseguem "adivinhar",  obrigada àqueles que me ajudam a me encontrar também através dos meus textos, mas, principalmente, obrigada por não desistirem dessa maravilhosidade chamada blogosfera. Mesmo em dias de BEDA, de posts loucos, cansados e apressados. Enfim, fico muito feliz de participar desse grande encontro e, como disse a Anna, queria ser rica pra gente fazer uma festa enorme pra comemorar esse nosso mundão. 

É isso, nesse momento, passados 31 dias, o cansaço pesa, mas o coração ta leve como uma pluma cheio de felicidade e satisfação. Agora nos vemos em algum dia que está por vir e que promete muito, porque não tenho a miníma ideia de quando será. Que a sorte esteja sempre a nosso favor. Foi bom enquanto durou. E acabou, graças a Deus !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (Agora me perdoem, mas vou assistir novela)




(Não fiz 31 posts, como vocês podem notar, mas porque não quis forçar muito e como o que vale sempre é participar e se divertir, eis o resultado. Então, consegui sim, em que outro período da história desse Brasil eu iria parar pra escrever dois textos numa semana? Agora imaginem 7? Pois é, venci na vida)

30 agosto 2015

30/31 - Sobre um rascunho e um professor

A necessidade é uma coisa engraçada. Precisava de um post pra o penúltimo dia (!!!!!!!!!!!!!!!!) do beda e nada NADA me saía da mente, então o que fazemos em momentos de desespero? Não sei, só sei que eu fui aqui nos meus rascunhos, dei uma olhadinha básica no tanto de coisa que tem aqui (vocês nem imaginam) e escolhi o mais recente, e o resultado é esse que está por vir.

Escrevi numa noite dessas quando estava lembrando do meu professor de redação da oitava série (nono ano hoje em dia) que me pegou um dia e disse que eu deveria criar um blog. E criei, e não só fiz o blog como me encontrei na escrita. Gosto de um vídeo da Stephanie Noelle no qual ela diz que ao escrever ela se conhece, organiza os pensamentos, desabafa e etc. E é isso mesmo, é como se fosse uma terapia, é acolhedor, mas também dói, é libertador, mas também é pesado. São várias coisas em uma, e hoje em dia não me vejo mais sem escrever o monte de coisas que escrevo, por isso agradeço por aquele professor que, sim, me transformou.

Não postei antes aqui, porque não tenho certeza se gosto dele e se ele se encaixa. Tenho essa mania de escrever coisas do tipo e na maioria das vezes gosto de mantê-las guardadas, porque nem sempre as compreendo totalmente. É como se fosse uma desabafo diferente, sabe? Mas como nem meme tive vontade de fazer hoje, então vida que segue.




Certa feita, me disseram: Beatriz, você precisa escrever. Olhei encabulada aquela pessoa soltar essas palavras assim como quem não quer nada, escutei cada som, mas não entendi nada. Eu não preciso de nada. Aquilo martelou o tempo inteiro na minha cabeça beatriz você precisa escrever beatriz você precisa escrever escreve vai lá escreve. Não gosto de fazer nada porque alguém me disse pra fazer, mas aquilo já me levava às carambolas da loucura, então sentei, olhei o papel em branco, respirei uma, duas, três vezes, pensei o que é que eu to fazendo aqui. Mais umas duas respiradas, peguei o lápis e escrevi uma palavra, eu.

Olhei o formato da minha letra ali naquela folha em branco, nada mais, só eu. Eu o que? Eu e quem mais? Só eu? Tem cabimento? Olhei por uns 5 segundos, que besteira to fazendo aqui. Sou. Escrevi ao lado de eu, tudo bem, eu sou, sou alguém algo o nada o tudo e agora? Não sei, não tenho a mínima ideia. Parei de pensar, olhei pra folha em branco, mais mil e uma palavras ali, ainda prestes a serem escritas, apagadas, mas sem borracha. Todas dentro, escondidas.

Olhei novamente pra fora e depois pra dentro. Achei. Encontrei a nascente, a semente, o tijolo, meu começo, eu. Pensei, não pensei mais, só escrevi e senti cada letra sair pela ponta do meu dedo. Não, não, o lápis não escrevia, eu não escrevia, já tava tudo escrito. Dentro, lá fundo. Como um abismo repleto de um alfabeto, repleto de vírgulas, acentos, eu.

Eu sou abismo.

Percebi: Beatriz, você precisa escrever. Eu não preciso escrever, eu sinto. Sinto o peso e a dor de cada volta do o, cada ponto no i. Eu sou, sou letras, sou o alívio quando aquele abismo sai pelas pontas dos meus dedos, sou a semente que brota, sou o pólen da flor. Sou nada, mas sou tudo. Eu sou palavra, sou vírgula e acento. Se não fosse, não seria. Não há eu sem pausa, não há eu sem estremecimento, não há eu sem Beatriz, você precisa escrever. Não sou e nunca serei. Talvez ontem; hoje me tornei eu quando disseram Beatriz, você precisa escrever. Vomitei, cuspi, pari – senti senti  senti -,  aliviei.  Escrevi. 







29 agosto 2015

29/31 - Não sei o que dizer

Quando fui fazer meu teste do Pottermore, tinha uma pergunta que me questionava o que eu não gostaria que as pessoas pensassem de mim: covarde, ignorante, ordinário e egoísta. Olhei aquelas opções e tive absoluta certeza da minha resposta: eu não queria que me achassem egoísta, com certeza. Ignorante sei que sempre vai ter alguém que me achará, até porque sou em vários assuntos; covarde, todo mundo é um pouco; ordinário, muita gente que não me conhece ou até me conhece sabe que sou e talvez eu seja mesmo, e isso nem é das piores coisas. O problema, meu maior medo é, por um momento sequer, parecer ou, pior, ser egoísta.

Morro de medo de ser egoísta, me perturba me imaginar ignorando todo sofrimento ao meu redor, me perturba não ver as pessoas, não sentir empatia. Não to dizendo aqui que sou totalmente empática e caridosa e um anjo na terra, longe disso, mas tento muito e o tempo todo não manter minha vida girando ao redor do meu umbigo, tento o tempo todo olhar as outras dimensões, outras vidas. Perceber que sou muito privilegiada e nem todos são, perceber que existem muitas pessoas sofrendo, com fome, sem ter onde dormir, onde descansar a cabeça, sem pai, sem mãe, sem nada. Eu preciso perceber isso, eu preciso sentir isso, mesmo que doa mais que uma facada, mesmo que minha vontade seja de não viver em um mundo cheio de coisas ruins desse tipo, um mundo de injustiça e desigualdade. Apesar da dor, eu preciso sentir isso. Porque no momento que eu não sentir as pessoas ao meu redor, não quero estar viva. No momento que eu deixar de chorar por uma mãe que perdeu seu filho, ou pelos cachorros abandonados nas ruas, pelas pessoas esquecidas pela nossa sociedade, por tudo que não é, mas deveria ser, por todo o sofrimento alheio, pode me levar, porque não quero mais viver assim.

Há um tempo atrás, quando eu era muito tímida e fechada dentro de mim, minha irmã me falou uma coisa que me tocou muito de um jeito perturbador. Ela me chamou de indiferente, fria e calculista. Apesar de não lidar bem com críticas, de me doer inteira só de pensar que poderiam me chamar de burra, feia, esquisita ou sei lá o quê, escutar que eu poderia ser indiferente me rachou por inteira. Ela pode não saber, mas aquilo que ela falou eu nunca poderei esquecer. Do meu maior medo, minha irmã me chamou. Não, eu não queria ser indiferente, não, ser indiferente me mataria. Então tentei enxergar o que ela estava enxergando pra entender o porquê. Fui aos poucos percebendo que eu vivia muito nesse meu mundo e não gostava de sair dele, por isso eu me comportava como uma pessoa indiferente, coisa que estava longe da verdade. Enfim, fui crescendo e percebendo que nunca mais gostaria de ser chamada de algo parecido, então fui mudando aos poucos. Hoje digo que sou sim egoísta, mas faço o possível pra ser menos a cada dia. Porque hoje eu sinto, sinto demais as pessoas e preciso senti-las e fazer muito mais por elas.

Por isso fico esgotada quando assisto um documentário que me estapeia e me diz que a roupa na liquidação, na fast fashion onde compro, pode parecer muito barata, mas ela tem um custo muito maior do que eu possa imaginar. Fico esgotada emocionalmente quando vejo as condições do(a)s costureirxs que fazem a minha roupa, pessoas essas que vivem com míseros trinta dólares por mês, pessoas essas que não conseguem manter seus filhos com o dinheiro que ganham, pessoas que apanham quando reivindicam melhores condições de trabalho.Vilas, povoados repletos de consequências dos resíduos tóxicos das fábricas têxteis que fazem a minha roupa, crianças com retardo mental, inúmeras pessoas com câncer. Tudo isso pra alimentar essa indústria de moda que torna tudo cada dia mais barato (para nós consumidores) e reciclável nessa liquidez das nossas vontades (Um dia quero essa blusa, na próxima já quero outra e agora a primeira que comprei já nem tem mais graça e por aí vai).

O buraco é muito mais embaixo. Compro aquela roupa da Zara, vejo lá na etiqueta que foi feita no Camboja e pra mim tudo bem. Muito mais fácil não saber o que aconteceu e como aquela roupa chegou até ali, mais cômodo, eu fazia isso, confesso. Até que assisti a "The True cost" e agora ficou impossível pensar nas minhas roupas, nessa indústria têxtil do mesmo jeito que antes. Não posso pensar do mesmo jeito, ainda não tenho certeza do que farei com toda essa informação, ainda não sei como comprarei. Confesso que por enquanto não tenho a mínima vontade de comprar alguma coisa, mas sei que daqui a pouco eu terei e preciso decidir e rever o meu modo de comprar, de consumir, Preciso arcar com as escolhas que faço, com os locais que consumo, não posso, logo eu que nunca quis ser chamada de indiferente, me tornar indiferente àquelas pessoas que sofrem, enquanto eu fico aqui felizinha porque comprei uma saia por 30 reais.

Fico triste por descobrir todo esse egoísmo por trás do nosso consumismo, que, sinceramente, sem olhar direito, não parece prejudicial pra ninguém, talvez só pra nós mesmos; mas é e muito prejudicial, desumano, inconsciente. Não foi fácil descobrir isso tudo, confesso que sabia das condições de trabalho na China, e de outros produtos que vejo por aí, mas nunca pensei que isso estaria tão perto de mim, no meu guarda-roupa. Não daquele jeito, não com bebês deitados no chão enquanto suas mães trabalham, não com acidentes de trabalho mortais, não com toda essa rede desumana por trás. Não sei o que pensar, não sei o que sentir, preciso de um tempo refletindo isso tudo que assisti. Tenho medo, tenho medo por todas aquelas pessoas, não sei o que fazer, não sei o que posso fazer. Precisamos fazer algo. Preciso fazer algo. (E não to tentando abraçar o mundo todo, mas to tentando pensar em algo que eu possa fazer no meu mundo, ao meu redor que seja uma gota, mas seja algo).




Pra quem quiser assistir, tem na Netflix e no Popcorn 

28 agosto 2015

28/31 - Resumo do mês: Livros e filmes

Eu deveria estar, nesse exato momento, resolvendo milhares de questões de matemática, como uma boa operária desse fordismo educacional brasileiro. Mas como fazer questões simplórias quando me dou conta de que faltam 3 dias para o término desse que ninguém aguenta mais, o beda? Pois é. Por isso, aqui estou, em mais uma tentativa de post, porque convenhamos, esse mês foi cheio de tentativas e tiveram dias que não aguentei mesmo encarar essa tela em branco, mas outros que vê-la aqui foi um alívio, porém, em sua maioria, esse agosto, tão mal falado por todos, foi cheio dessa coisa louca de me arriscar e cair sem paraquedas numa coisa tão sofrida e tão louca que chega a ser sensacional. Mas enfim, já falei por aqui o que achei desse beda, prematuramente talvez, como tudo na minha vida, mas já falei e não falarei de novo, sorry not sorry.

Hoje resolvi fazer um resuminho do mês, já pode isso? (Olha, ouvi falar que dia 31 tem blog day, mas e seu disser que não sei o que cargas d'agua é isso? Desconfio que seja algo pra indicar os migus blogs da vida. Aguardemos. Espero que não seja resuminho, porque aí não sei o que vou fazer)

(Espero sinceramente que dessa vez o filmow esteja funcionando, porque olha toda vez que tento fazer post com filme esse troço sai do ar. Coincidência? acho que não)

Livros do mês 


Incrível como esse mês foi produtivo, esse beda (vontade de criar outro nome pro tanto de abuso que to dessa palavra) fez milagres na minha vida, acho que li uns 3 livros nesse mês e terminei um que havia muito tempo eu estava lendo.



Isla e o final feliz

Já sabia antes mesmo de começar a ler que ia amar. Conta a história de Isla, uma garota que estuda num colégio interno na França (a mesma de Anna e Étienne) e numa noite qualquer encontra com um dos amigos de Étienne numa cafeteria e ela, muito fora de si cheia de analgésicos na veia, puxa conversa. Como ela é muito tímida, essa foi a única interação entre ela e o boy, por quem ela já nutre sentimentos há três anos. E pronto, a partir daí fica tudo maravilhoso e ótimo.
Como todos os livros da Stephanie, é aquele livro pra suspirar, pra se desligar um pouco da vida e viver um pouco uma vida tão boa e tão mágica. Gostei bastante, não é meu preferido da "série não série", mas é bem bom e cumpriu aquilo que eu estava buscando: calor no coração.




Vivian contra o apocalipse

Fazia um tempo que queria esse livro, porque tenho uma certa inclinação para coisas ligadas a apocalipse e coisas extraordinárias, então quando a Saraiva entrou em promoção aproveitei. Conta a história de uma sociedade que é inundada por uma teoria de fim dos tempos que um religioso espalha por meio mundo. O mundo fica doido, as pessoas com medo de "serem deixadas pra trás" e toda uma indústria se forma a partir dessa crença. No dia combinado para o apocalipse, alguns crentes da religião somem, inclusive os pais de Vivian. E ela se vê em um mundo que virou de cabeça pra baixo, com pessoas se achando injustiçadas por não terem sido arrebatadas e sem seus pais. Um verdadeiro inferno.
O livro é bom, tem umas críticas bem legais e dá pra se divertir e refletir ao mesmo tempo. Gostei também do crescimento da personagem, que se transformou sozinha e por ela mesma, não por nenhum boy ou coisa parecida, como a gente ta acostumado de ver por aí. Gostei bastante, ele termina com um gostinho de quero mais e vou ler sim a continuação.


Palácio de inverno


Não sei o que sempre aconteceu, mas nunca estudei direito a Revolução Russa, mas sempre tive uma curiosidade enorme pra entender um pouco dessa história. E o livro fala um pouco disso ao misturar esse contexto com ficção. Gostei que ele não é linear, em cada capítulo temos flashes de toda a vida do protagonista, intercalando o presente e o passado. Amei ver também o outro lado da história da Dinastia Romanov, última antes da Revolução, como eles eram pessoas, tinham sentimentos e, novamente, eram humanas. Apesar de toda miséria que o governo deles provocou, nos apegamos aos personagens e sofremos com eles. O personagem principal é bem interessante, fiquei com raiva dele algumas vezes, mas ele, também, se mostrava muito humano através de seus erros. Amei o final de paixão, pro meio do livro já tinha suspeitas de como seria o fim, mas foi muito bom chegar lá e perceber como as coisas aconteceram. Muito bom mesmo, vale a pena.


A garota que perseguiu a lua



Esse livro foi uma grata surpresa. Já havia ouvido falar dele com a Mari do Psychobooks e assim que o encontrei no plus do skoob, solicitei. Comecei a ler sem expectativas e amei. Ele conta a história de uma garota que volta a cidade natal de sua mãe, depois que ela morre, para morar com seu avô. Nessa cidade, ela descobre que a reputação de sua mãe a precede e algumas pessoas passam a manter distância dela. Ela começa a descobrir umas coisas bem loucas e diferentes nesse ar e nas memórias da cidade, ao mesmo tempo que se aproxima de um boy que é da família "inimiga" de sua falecida mãe. Nesse ínterim, o livro também conta a história de Julia, mulher que se mudou há anos da cidade, mas está lá por um tempo determinado para cuidar da churrascaria de seu falecido pai. Assim que conseguir pagar as contas, seu plano é sair permanentemente da cidade, mas ela tem muitos assuntos mal resolvidos por lá, então as coisas não serão tão simples assim.

O livro é bem bom, sério, terminei de ler querendo um pouco mais, fiquei bem triste quando ele terminou, apesar de o final ter sido muito bom. Queria lê-lo de novo pela primeira vez.





Filmes

Não ia falar dos filmes que assisti, porque achei que tinham sido muitos, mas me dei conta que nem foram, por incrível que pareça. Parece que tirei esse mês pra assistir séries, escrever e ler livros. Então não sobrou muito tempo pra assistir filmes. Os que restaram desse mês esquisito foram:


The road within



Estava perambulando pelo popcorn em busca de algo bom para assistir e me deparei com essa foto (pôster ?). Fui pesquisar sobre no filmow e adorei a ideia. Veja bem, são três jovens perturbados que resolvem fazer uma road trip, como eu poderia não gostar?

O filme conta a história de Vincent, que foi internado em uma clínica depois que sua mãe morreu, e seu pai não sabe lidar com a sua síndrome. Lá ele conhece uma garota, Marie, com distúrbios alimentares e Alex, garoto com TOC. Certo dia eles resolvem fugir da clínica, embora Alex tenha sido supostamente "sequestrado" e não esteja nada feliz em participar dessa loucura. A partir daí eles começam a viver várias aventuras e a gente se diverte muito, mas também se emociona. O filme é MUITO BOM, amei mesmo, virou favorito. Amei as cenas, amei as risadas entre toda a carga pesada do filme, os personagens, os atores, os problemas familiares. Amei tudo.



O exótico hotel Marigold


Tinha ouvido falar pela primeira vez desse filme por causa do lançamento do segundo, mas não tinha a mínima ideia do que se tratava. Fui procurar saber sobre a história e descobri que se passava na Índia. Como tenho uma queda pela Índia, nem pestanejei e já fui assistir. Não me arrependi, amei cada segundo.  O filme conta a história de um grupo de aposentados que resolve investir a sua aposentadoria em um Hotel na Índia, atraídos por um anúncio maravilhoso falando todas as qualidades do hotel. Porém, ao chegarem lá, eles percebem que esse hotel não é lá essas coisas que eles pensaram. A partir daí, eles começam a viver inúmeras experiências que eles não pensaram que ainda poderiam viver. Descobrem coisas, compartilham experiências e se descobrem também.
É um filme muito lindo, muito tocante que nos mostra que nunca é tarde para recomeçar, para amar e para viver. Também amei. Além disso tudo, tem como cenário de fundo a Índia e sua cultura. *-*

A luta por um ideal


Certa tarde, junto com minhã mãe, procurávamos um filme pela Netflix e me deparei com esse. Confesso que vi a Viola e presumi que era bom, e não me enganei.
O filme conta a história de uma mãe que luta por uma educação melhor, mais inclusiva e preparada para receber a sua filha, com dislexia, e tantos outros alunos em um bairro pobre e com alto índice de criminalidade. Juntamente com ela, há uma professora que está cansada do sistema precário que não educa, apenas carrega com a barriga crianças analfabetas e com problemas sérios. Juntas elas começam uma revolução no bairro, nos professores, nos alunos e e todas as pessoas ao redor. É um convite à ação, a ir em busca de melhores condições para a sociedade.
O filme é emocionante e a melhor parte é que ele é baseado em uma história real. Também vale muito a pena assistir, ele consegue renovar nossas esperanças, sabe? Muito bom.



Muito bem acompanhada


Um filme que pensei já ter assistido, mas resolvi arriscar pra ver. E acabou que eu nunca havia assistido, o que foi uma grata surpresa. Sempre tem aquele período do mês que eu preciso de uma comédia romântica água com açúcar pra aquecer meu coração e esse mês, quem desempenhou esse papel foi esse filme.
Ele conta a história de uma mulher que resolve contratar um acompanhante para ir com ela ao casamento de sua irmã mais nova. Como ela sabe que seu ex-noivo estará lá, ela decide que não poderá chegar sozinha, então ela paga aproximadamente 5 mil reais para um cara fingir ser o namorado dela. Mas, caros amigos, sabemos que essa história terá treta e a treta é muito boa, embora eu ache esse ator meio esquisito sorry. Enfim, o filme é muito aquecedor de coração, dá pra suspirar, querer ter um love só pra si, agarrar o travesseiro e depois seguir em frente com a vida. Também amei.




Olha, pra falar a verdade, assisti mais filmes do que esses que aqui estão, uns que gostei mais ou menos, outros que gostei bastante e outros que não gostei. Os que não gostei, não falei porque prefiro falar de coisa que gosto. Os que gostei mais ou menos, fiquei com preguiça. E os que gostei bastante foram: Cada um na sua casa, A 100 passos de um sonho, O exótico hotel Marigold 2 (Mas não chega aos pés do primeiro), A incrível história de Adaline. Foi isso, hasta la vista, baby!





27 agosto 2015

27/31 - Sobre meu amor por cachorros

Ou: Sobre a louca dos dogs


Se tem uma coisa que amo de paixão até dizer chega é cachorro. Recentemente, falei pra minha mãe que minha alma está incompleta e por isso clama por um amorzinho, um filhote pra chamar de meu. Inclusive, lhe falei que preferia que ela me desse um cachorrinho de presente do que inúmeras coisas que ela poderia me trazer dos states. Sabe aqueles vídeos maravilhosos de gente ganhando filhotinhos e chorando e gritando nesse momento? essa sou eu quando vejo um cachorro, fico besta cheia de amor pra dar.

Já contei por aqui sobre a minha antiga cadela, Tequila, que morreu há algum tempo. Sofri muito com a perda dela, mas costumo lembrar mais dos momentos maravilhosos que passamos juntas. Só quem tem cachorro sabe como é, ela sabia exatamente quando eu estava precisando de sua companhia e me escutava como ninguém. Enfim, lembrando desses momentos e de como a amei, preciso deixar mais desse amor seguir em frente e, portanto, quero um cachorro. Como ainda não tivemos a oportunidade de conseguir um - minha mãe não está favorável a ideia -, passo horas e mais horas vendo gifs, fotos, posts do buzzfeed e mais recentemente, vejo contas no instagram que simplesmente fazem meu dia. Então resolvi listar aqui os meus dogs preferidos e tudo relacionado a eles, vídeos, posts, fotos e etc. (Me inspirei no post da Ana do Oh so fangirl que tem uma amor de cachorrinha)


Contas no instagram





Acho que foi o primeiro instagram de cachorro que descobri e foi amor a primeira vista, tenho certeza absoluta que fui até o fim das fotos e me apaixonei perdidamente por esse amor que é o Cosmo. Veja bem, ainda acho que o posto de meu preferido entre as contas do instagram, apesar de postar com menos frequência, é dele. 






Oliver é recifense e é tão lindo que nem sei o que dizer. Infelizmente, ele faleceu há um tempinho, então não temos mais fotos dele, mas é impossível não colocá-lo aqui, porque ele já me fez dar muitos sorrisos. É uma coisa linda demais da conta e tenho muita saudade dele. 






Vocês já perceberam que amo Goldens? Se não, digo logo, amo de paixão. Conheci esse perfil do instagram por uma reportagem que encontrei pelo facebook e nossasinhora como e maravilhoso. O dono de Bob não acha suficiente só a fofura de um cachorro, ele também tem periquitos (é periquito??? não sei), hamster e por aí vai, uma coisa mais linda a relação desses bichinhos. 





Esse não conheço muito, mas olhas essas fotos, gente? parece um floco de neve, ai vou morrer com tanta coisa maravilhosa. Dá vontade de morder e abraçar até o infinito. Num guento.


Posts no Buzzfeed

- Um dia muito melhor com esses gifs incríveis
- Goldens *-*
- Felicidade que contagia
- HAHAHA


Videos


NUM GUENTO


:')



E para finalizar esse momento emoção de amor por essas coisas lindas chias de amor e muita fofura, fiquem com essas fotos:









Obs: As fotos ficaram ótimas aparecendo o horário que tirei, né? hahahaah 

26 agosto 2015

26/31 - Sobre os amores da minha vida

Ou: Como eu queria viver dentro de livros
Ou: Sobre como me apaixono por pessoas que não existem de verdade ):


Amo listas, amo lê-las, amo fazê-las e to pensando seriamente em comprar aquele livro "Listografia", não sei se ele é bom e nunca o folheei, mas sua premissa de ser um lugar pra pôr um monte de listas já me agra um monte. Já faz um tempo que to com umas listas específicas na mente e to querendo organizá-las em posts, mas meu cérebro não gosta muito de lembrar das coisas. E também, confesso, dá muito trabalho preparar, pensar, procurar fotos/gifs e falar a respeito de coisas que gosto bastante, como é o caso dessa lista. Sem mais delongas, hoje farei uma lista - ainda sem números - dos meus boys maravilhosos mais lindos e sensacionais da ficção. São os homens da minha vida, choro por eles, sofro, me apaixono e, no fim, me acabo mais ainda porque percebo que eles não existem.(Provavelmente, quando chegar no fim do post ou quando já tiver publicado, lembrarei de outro que aqui não está)


Miguel

O que falar de Miguel quando a única coisa que me vem na mente é amor????????? Sério, não tenho palavras pra descrever como amei (amo) esse boy, como saí no meio de várias festas só pra não perder nenhum capítulo em que ele aparecia. O que falar senão que "Viver a vida" foi minha novela favorita - embora todos a crucificassem - principalmente por causa dele? Mesmo tendo um irmão gêmeo (com a mesma cara), Miguel se sobressaía, irradiava coisa boa quando aparecia naquela tv e eu morria em cada uma dessas vezes um pouquinho, porque eu queria ele pra mim. Tão cheio de vida, com senso de humor, com um coração enorme, médico, carinhoso, lindo e cheiroso, como seria possível resistir? Ô Luciana sortuda NOSSASINHORA

Nota: Nessa época eu namorava e meu boy era um pouco parecido com ele e por isso, eu vivia chamando o boy de Miguel e ele nem se importava (eu acho).


Ô xenti me imaginem ali olhando pra cara desse homi, ía morrer, cair dura no chão, mas antes diria me agarrraaaaaaaaaaa looooogo, nessa cena.





NÃO QUERIA ESTRAGAR A SURPRESA, MAS A GENTE CASOU DISCULPA SOCIEDADE



Adrian Ivashkov



Eu amo um badboy, já tentei mudar isso, mas o que posso fazer se o humor e os sorrisos deles quase sempre são irresistíveis??? Não é que Adrian seja um badboy, mas ele não é um Dmitri salvador da pátria da vida, na verdade, ele é bem perturbado, cheio de probleminhas, meio dark, fuma, bebe muito, sai pelas festas da vida muito também, então vamos dizer que ele não é um exemplo de boy pra se ter na vida né? Mas, ao mesmo tempo que ele é perturbadinho assim, ele é doce, gentil e muito intenso ao amar. É um boy que dá vontade de dormir agarradinho sabe? Sei que tem umas problemáticas aí, mas não foquemos nisso. Foquemos em quão maravilhoso esse boy é e em como o mundo real provavelmente não aguentaria ter um Adrian de verdade pra chamar de seu.


Adrian é um boy de livros, série Vampire Academy e Bloodlines, ou seja, não temos fotos desse rapaz com olhar misterioso, roupas impecáveis, andar assombrado e com as consequências de ser um usuário de espírito (meio inconstante). Porém, isso não faz com que meu amor por ele seja menor. AAh e sempre imagino a cara do Adrian como um ser que não existe, uma mistura de alguém misturado com outro alguém e aí dá alguém único: ele. (Cabelo preto, alto e com olhos verdes)


Cricket Bell

Já falei por aqui que os livros da Stephanie Perkins me causam uma pequena depressão sempre que termino de ler, e essa sensação foi bem forte em Lola e o garoto da casa ao lado por causa dessa maravilha de ser. Primeiro de tudo, cogitei colocar o Étienne de Anna e o beijo francês, que eu amei demaissssssss da conta, tive vontade de ficar procurando na rua um igual, porém, contudo, todavia, ele é baixinho e não gosto de boys baixinhos EU SEI ISSO É SO(HO)FRÍVEL, então meio que fiquei chateada com Stephanie por ter feito eu me apaixonar por esse boy baixinho. Como uma forma de protesto inteligente, colocarei o senhor Cricket Bell que não perde muito no quesito maravilhosidade. A propósito, o que que tem nessa mulher que ela consegue escrever homens tão sensacionais e ficcionais????

Confesso que faz tempo que li esse livro e não me lembro muito bem do meu baby, mas lembro que amo e é isso que importa.





Seth Cohen

Por muito tempo achei que estava perdida, porque a única chance que eu teria de encontrar o amor da minha vida foi no momento que encontrei com esse boy e sofri bastante com a ironia da vida: eu aqui e ele lá "de mentira". Éramos almas gêmeas (embora não acredite nisso) feitos um pro outro e aí ele me faz o favor de não existir. Juro que passei muito tempo procurando por boys como ele por aí, que parecessem pelo menos um pouco e hoje percebo que não, isso não vai acontecer. Superemos. Sinceramente, passei por muitos episódios de The Oc por causa dele, porque ele me fazia continuar. Seu senso de humor, suas nerdices, o jeito, o cabelo, as piadas, tudo nele era perfeito pra mim MOMENTO DEPRESSÃO DA VIDA. Parei de procurar por ele dia desses, me frustrei com os tipos "parecidos com ele" a.k.a. nerds (uns bem idiotas) e desisti. Vida que segue.

Não sei se eu seria a Anna dele, só sei que eu e ele: same person versões diferentes.


YOU'LL ALWAYS BE



Matt Flamhaff


Talvez eu seja apaixonada pelo Mark Ruffalo ou talvez eu seja, mas também seja apaixonada no jeito tímido do Matt e em como ele é um amigão pra todas as horas. Eu amo amor de amigo, eu amo quando alguém ama tanto estar com alguém, se sente confortável e se diverte com outra pessoa. E acho que o  Matt é isso, é alguém atencioso, carinhoso, divertido, bem humorado, meio tímido, tá lá pra tudo, entra nas maiores burradas com você, sabe? E o que seria melhor do que alguém que paga mico com você e não ta nem aí pras pessoas ao redor? Não conheço línguas suficientes pra quantidade de sim que eu diria caso ele existisse e a gente se amasse e ele me pedisse em casamento. 


OHMAIGÓDI




Mark Sloan


Logo no começo, odiei ele, depois fui conquistada aos poucos e no fim, já estava caída no chão de tanto amor. SPOILER: Nunca aceitei muito bem como ele e Lexie não se arranjavam, como eles morreram, tudo na história deles BLAME SHONDA. Super bem humorado, irônico, amigo, divertido, apaixonante, meio errado, galinha, lindo, com olhos maravilhosos e um charme de cair o queixo, como poderia não me apaixonar? Ainda mais quando ele começou a se apaixonar pela Lexie, como quando eles estavam juntos, como ele se transformou e virou um cara tão incrível, principalmente também com a sua filha, coisa mais fofa do mundo. Saudades.


ME MATA MAIS QUE TA POUCO




Fitzwilliam Darcy 

Sou uma pessoa ciumenta, mas até eu tenho que admitir que eu e a torcida do flamengo amamos esse homem. É uma coisa meio insana, confesso, porque ele é bem orgulhoso e no começo insuportável (mentira, nunca achei, sempre soube que ali tinha treta das boas). Então todo mundo amá-lo me dói um pouco, porque eu queria amá-lo sozinha, mas o que fazer quando um ser é tão maravilhoso que ninguém resiste?? É preciso aceitar. E eu aceito, inclusive aceito como peguete, ficante, amigo, namorado, marido, qualquer coisa (prefiro marido), porque só saber que um ser desse existe faria minha vida muito mais feliz. Veja bem, ele é misterioso (amo mistério), tímido, chatinho, sabe reconhecer seus erros, é romântico, tem um sorriso de matar um batalhão inteiro e muito mais. Queria muito ser Lizzie, queria muito ter ele aqui comigo, ou lá do outro lado do mundo, que seja. Mas queria mesmo, demais e excessivamente que ele existisse.


N BRINCA COMIGO HOMI, NÃO SEI DO QUESOU CAPAZ NÃO SORRI ASSIM VO MORRER

ELE SE DECLARANDO PRA MIM
NOS CASAMOS ELE ME FALOU COISAS TÃO LINDAS E JUNTO COM AQUELE SORRISO NUM AGUENTEI SORRY ASSIM ME DESPEÇO 


25 agosto 2015

25/31 - Sete coisas



                               Para entrar completamente nesse meme, escute enquanto lê HAHA


Amo que existem os memes e amo que eles existem pra nos ajudar quando não temos ideia do que postar, porque vocês já sabem né esse meu BEDA não tem um pingo de programação, vida loka mesmo. As meninas da máfia fizeram esse aqui no dia 7 - sugestivo e bem pensado -, mas vou fazer no dia 25 que também é muito bem pensado hahaha,  porque é o resultado dessa conta:



* 7x4= 28 ,  7-4= 3   |  28-3= 25 *


Obs: Parece, mas as coisas não estão em nenhum tipo de ordem


7 Coisas pra fazer antes de morrer

1. Pular de bungee jump(ing) ou pular de paraquedas
2. Escrever um livro
3. Ter um filho(a)
4. Morar em outro país por um tempo
5. Ir pra Índia
6. Ser voluntária em um projeto
7. Ir pra Disney

7 Coisas que eu mais falo

1. Oushi (Oxe)
2. Vamo comer?
3. Af
4. Que saco
5. Af maria
6. Queria dormir
7. Me divirto


7 Coisas que eu faço bem

1. Rir
2. Observo
3. Panquecas
4. Procrastino
5. Descubro coisas
6. Leio
7. Canto (hehehe dizem)


7 Coisas que me encantam

1. Cachorros
2. Natureza
3. Pessoas sendo sem perceber
4. Sorrisos
5. Arte
6. O mar
7. Cheiro de chuva

7 Coisas que eu não gosto

1. Muito barulho
2. Paçoca
3. Pé sujo
4. Desrespeito
5. Pepino
6. Muito calor (suor)
7. Esperar


É isso, como acho que a maioria das pessoas já fez esse meme, não indicarei ninguém, mas quem tiver a fim de fazer ou simplesmente não tiver nada sobre o que falar nesse beda, sinta-se a vontade. Não tenho a mínima ideia de como e onde surgiu esse meme, de quem criou ou adaptou, então desculpa por não colocar crédito nenhum.

24 agosto 2015

24/31 - Acho que vou morrer hoje

Ou: Vida de uma (quase) hipocondríaca
Ou: Não, não deixarei nenhuma carta dizendo pra vocês aproveitarem a vida. (Meu testamento está com minha advogata Bruna)


Hoje acordei com uma dor esquisita próxima ao umbigo, meio em cima meio embaixo. Na verdade, não tenho certeza sobre como funciona essa dor e acho que por isso ainda não fui ao médico. Pra deixar claro, eu amo médicos, amo hospitais, amo fazer exames e talvez por isso queira tanto medicina né, mas enfim. E odeio sentir dor, odeio não saber lidar e nem entender minhas dores. Dia desses tava com uma dor dentro da cabeça, não uma simples dor de cabeça que todo mundo tem, e tive uma vontade enorme de ir pro hospital, me esgueirar pelos cantos, pegar uma farda de enfermeira/médica/qualquercoisaquemedeacessoasaladeexames, enganar alguém e fazer uma tomografia pra ver se tava tudo bem com meu cérebro.

Teve outra vez que passei mais de uma semana com dor de cabeça e cheguei beeem perto de fazer uma tomografia, o que me deixou bem feliz. A neurologista me dizia: "Se a dor não passar, fazemos uma tomografia" e eu por dentro: "yaaaaay", por fora: "Nossa, espero que passe". Minha mãe que odeia e morre de medo de hospitais e qualquer coisa estranha relacionada ficou lá: "vai passar com certeza". Só pra vocês terem ideia, minha mãe ouve a palavra cirurgia e seu primeiro instinto é dar na cara do médico e sair correndo daquele "açougue". Até hoje minha irmã tem os troços da adenoide, porque mamis querida disse que renega minha irmã se ela resolver fazer essa cirurgia, nem unha encravada a mulher quer tratar, afetada e traumatizada sim ou claro?  (Acho que ela nos teve por cesariana com muito desagrado, porque aqueles negócios (nós) tinham que sair de dentro dela de algum jeito, né? aí ela fez o "mais fácil" aparentemente).

Acabou que a dor passou logo depois de tomar um remédio bem forte na veia e nem fiz o exame, fiquei triste novamente, mas vida que segue. Hoje em dia, acho que um dos meus sonhos ainda é fazer essa tomografia, sei que isso é loucura e provavelmente to falando besteira porque não tenho nenhum problema - que eu saiba - no cérebro e to arranjando sarna pra me coçar. Mas é que o cérebro é tão frágil, tão tão que nem tenho palavras pra descrever que tenho uma necessidade de ver se ta tudo certo lá dentro. E não ter absoluta certeza me deixa angustiada.

Um tempo depois percebi que nem todo mundo é assim e a maioria das pessoas que é são chamadas hipocondríacas, coisa que não sou, deixemos logo claro. Só tenho um certo cuidado com meu corpo e gosto de saber que ele está em sua melhor forma. Às vezes fico pensando que seria ótimo eu me formar médica logo, criar meu hospital, ser dona dele e poder fazer todos os exames que eu quiser na hora que eu quiser. Provavelmente vou ficar louca, então as chances de eu ter um hospital serão mínimas, para o meu bem e da humanidade em geral, convenhamos. Mas que seria o máximo seria, né? Sei que a realidade é bem diferente de Grey's anatomy, mas não consigo parar de imaginar isso tudo. (Eu acho que com todos esses exames, o hospital não duraria muito e nem eu né, com todas as radiações)

Entretanto, estamos no presente e esse presente não possui nenhum hospital chamado de (ainda é surpresa), foquemos, portanto, no agora. E esse agora ta meio desanimador, porque em cima/embaixo do meu umbigo ta doendo bastante nesse exato momento. Já procurei no google o que poderia estar causando essa dor e as notícias não são confortadoras. Talvez seja pancreatite, apendicite (o que é louco porque sei que a dor é do lado direito), úlcera e só piora. Então cheguei a conclusão que estou no fim da minha vida, me restam poucos minutos, segundo o google. O que me deixa meio desesperada, mas aí depois lembro que é só o google e essa mania megalomaníaca de pensar que tudo é muito maior do que é e que talvez essa dor seja só a minha intolerância a lactose avisando que "ó esqueceu que existo? PARA PARA DE COMER LEITE". Ou talvez eu vá morrer mesmo, então cês já sabem, se eu não aparecer por aqui não se incomodem, porque morri.




Obs: Sei que parece que estou com flatulências aka gases, mas juro que não é isso [Já tentei um remédio e não passou (Provavelmente eu não deveria dizer que tomo remédios sem indicação do médico, então finjam que não leram isso)]
Obs: Relevem esse texto, porque cês não têm ideia de como dói essa dor e sintam-se abraçados porque esses são meus últimos minutos de vida e resolvi escrever aqui nesse tempo ah

22 agosto 2015

22/31 - A calça jeans da minha vida


Gosto que as coisas durem. Principalmente coisas que amo muito, quero que elas durem um bom tempo, quiçá pra sempre ou pelo menos enquanto ainda houver vida em mim. Por isso, odeio quando amo muito algo e ele se desgasta, quebra, acaba - e agora estou falando de coisas materiais - no ápice do meu amor.

Era uma tarde de dezembro, uma das inúmeras já desbravadas tardes em lojas lotadas de pessoas ávidas por presentes, roupas, calçados, qualquer coisa que coubesse à ocasião: o natal. Prestes a desistir, cansada e tentada a voltar pra casa, novamente, com apenas minha roupa do corpo, avistei de longe ela. Sob holofotes, brilhava toda sua magnitude diferenciada para todos aqueles capazes de enxergar sua preciosidade. Ela não era pra qualquer um. Em sua postura, havia desafio, sua forma gritava que ela era pra poucos e não fazia nenhuma questão de ser de muitos, com toda sua pomposidade desafiadora. Me aproximei devagar como quem desconfia, como quem espera, observa e analisa seu oponente, mas me acovardei e fui dar mais uma volta sem me dirigir diretamente a ela.

Apesar de ter seguido em frente na minha busca,  não me saía da cabeça sua existência. Fui tomada completa e misteriosamente por sua cor, por seu jeito; pensar em qualquer outra coisa era impossível, ela era minha e eu dela, só me faltava a coragem. Dei mais umas voltas como quem prepara o terreno para atacar e dei o bote. Eu tinha certeza da sua perfeição.

Não me enganei, no mesmo momento em que vesti aquela calça de cintura alta e modelo flare, eu me apaixonei por aquela Beatriz do espelho. Aquela simples peça de roupa me completava em tantas maneiras. Ela me fez descobrir partes do meu corpo que eu escondia, valorizou minhas formas, minha maneira de ser. Como um espelho revelador, pude ver meu eu escancarado ao vesti-la; aquela era a minha essência, que ela conseguiu colocar pra fora. Dizem que se vestir é uma forma de expressão, a partir daquele momento tive que concordar.

Extasiada com meu novo eu, não percebi quando minha irmã saiu do provador ao lado do meu com a mesma calça jeans. Olhei incrédula, não acreditei que houvesse algum tipo de complô para tirar-me aquela cujo tecido me encantou, aquela cuja cor conseguiu refletir meus anseios. Não, jamais. Nada nem ninguém conseguiria nos separar a partir daquele instante, estava decidido. Agarrei-me com força, eu e minha irmã discutimos brevemente e acordamos que ela seria minha. E foi. E valeu cada centavo.

Passei meses usando a calça para todos os lugares possíveis; se ela pudesse, viraria parte do meu corpo, uniforme, grudada em mim de tanto que a usei. Ela me fazia feliz. Era só colocá-la que o dia ficava mais florido, eu mais bonita, as pessoas também. Porém, o tempo passa, as coisas mudam, mesmo que não queiramos.

Minha calça preferida desbotou, depois de meses vestindo aquela peça como se ela fosse eu e eu ela, ela me mostrou que até as melhores coisas se esvaem. Não aceitei, pensei em comprar tinta para pintá-la, ou comprar outra igual. Por meses procurei uma que chegasse pelo menos aos seus pés, sem sucesso. Passei da negação à aceitação. Afinal, percebi, ela é só uma coisa, não a fórmula pra minha felicidade. Passamos muitos momentos juntas, não vou esquecê-la jamais, usá-la foi um marco para a meu desbravamento modelístico, foi o meu passe para ousar cada dia mais no meu jeito, no que uso. Ela me abriu portas, deixou marcas, assim como todas as coisas boas que passam por nossas vidas, não a esquecerei. Mas ela também partirá, um dia, como tudo na vida.

Por enquanto, guardo-a, mesmo desbotada, uso-a, porque ela mesma me ensinou a não fazer tudo igual e exatamente como as outras pessoas acham certo. Qual o problema de uma calça desbotada se ela me faz tão bem, não é mesmo? Por ela, ouso; por ela, me encontrei. E jamais a esquecerei.





Por incrível que pareça, não consegui achar uma foto decente, apenas essa que não lhe faz juz.
E a ideia pra escrever esse texto surgiu de um post do blog Bonjour circus
Se não fosse o drama, não seria eu hahahahaha


21 agosto 2015

21/31 - Na autoescola da vida, reprovei

Ou: Um pouco de autopiedade, porque esse blog ainda não tem o suficiente
Ou: Provas, pra quê existem? Reforma no mundo das autoescolas e Detran já !!!!!!!!!!!!!!


Adiei o máximo esse momento, não tenho plena certeza do porquê, mas entendo. Já é o terceiro dia que encaro essa tela em branco com muito a falar, mas sem conseguir escrever uma palavra sequer. Sei que isso é meio arrasador, em meados do beda, mas preciso de tempo, preciso de silêncio quando tudo começa a virar de cabeça pra baixo sem que eu perceba. Às vezes não chego a perceber a mudança brusca nas coisas, naquilo que me afetou, mas meu inconsciente sente e então ele só me manda uma mensagem: "Fique sozinha" e quando falo ficar sozinha, falo no sentido mais amplo que pode ser. Ficar sozinha nos meus pensamentos, de gente, do mundo.

Dia desses, no grupo da Jout jout no facebook, colocaram um link de análise da sua personalidade de acordo com cores. Fiz. Por incrível que pareça, e digo isso como cética que sou, ele me escancarou ali, inclusive falou dessa minha habilidade em me esconder quando as coisas não dão muito certo. Enfim, esse não é o foco do post.

Terça-feira fiquei chateada, chorei, tive vontade desistir. Veja bem, acordei de sete horas da manhã, o que já mostra que meu humor não estava dos melhores nesse dia, perambulei pela cidade, pra cima e pra baixo. De tarde fui pro Detran fazer, pela segunda vez, a prova prática pra tirar minha carteira de motorista. Sei que não comentei por aqui quão chata é uma autoescola e como estava tentando virar uma motorista, mas acreditem lhes poupei de uma chateação sem tamanho.



Nunca me animei muito pra dirigir, tenho um medo horrendo de pegar um carro e sair matando as pessoas por aí. Acho muita responsabilidade ter uma carteira que te diga que você é apto pra dirigir uma máquina por aí e a maioria das pessoas não se dá conta disso, elas tratam como algo banal e inofensivo, ou seja, são totalmente irresponsáveis. Quando fui fazer o teste psicotécnico, a médica me perguntou o que eu achava de errado no nosso trânsito e disse exatamente isso, as pessoas não têm a noção do poder que têm e da responsabilidade que vêm com ele. Por isso, demorei bastante pra resolver tirar a carteira, tanto é que tenho 20 anos e ainda não dirijo, mas desde o começo do ano entrei nessa loucura que é vida de teste, autoescola e detran.

Assisti umas aulas bem chatas com um professor bem esquisito, fiz uma prova teórica, comecei as aulas com o carro mesmo. No começo, pensei que aquilo era algum bicho de sete cabeças que não conseguiria domar, mas me dei conta que o babado é mais simples do que parece. Fiz as aulas, demorei um mundo pra marcar a prova prática, fui, reprovei na baliza. Meu mundo caiu, nunca tinha errado a baliza, nem mesmo nas aulas. Fiquei maldizendo os céus por essa ironia e pelo carma da minha vida: não lidar bem com provas e reprovar na maioria delas. Vida que segue, né? Marquei mais duas aulas, um bom tempo depois, Fiz as aulas, me saí muito bem nelas, novamente o instrutor me disse que eu estava 100% pronto. Fui fazer a prova. Reprovei.

Se não fosse trágico, seria cômico, mas eu reprovei porque esqueci de abaixar o freio de mão. Não fiz nem 10 minutos de prova, porque ESQUECI de baixar o freio de mão. Ri de nervoso pela ironia da vida, pela volta do meu carma. Estava tão nervosa que esqueci uma coisa simplória e mais que básica. Não bati nos cones, não bati na baliza, na verdade, nem cheguei nessas partes da prova, porque estanquei milhões logo no começo. E nem me dei conta. Ri com raiva quando o avaliador me disse pra sair do carro, porque eu tinha esquecido o freio de mão. Nem 10 minutos depois estava bradando aos sete ventos que não tenho dom pra dirigir, melhor me deixarem longe dos volantes, dos carros e, pelo visto, da vida. Horas depois, meu pai bate na minha cara figurativamente e me diz que não posso desistir das coisas assim e autopiedade é intolerável, então levanto a cabeça, não desisto e decido que vou fazer mais uma tentativa pros carros. E pra vida.


18 agosto 2015

18/31 - Receitas fáceis de julho

Sou uma pessoa prendada, só que não. Me recuso a aceitar essa constatação na minha vida, por isso nunca deixo de tentar fazer algo que me desafie no meio artístico/manual/criativo/culinário. Mês passado tava num momento introspectivo criativo, não aguentava mais ficar em casa, na internet, fazendo coisas inúteis. Então, resolvi fazer uma receita por dia (cozinhar!!!!!) e para  tal, catei um monte de canais do youtube que ensinassem pessoas desastradas e quase incapazes de cozinhar a preparar receitas bonitas, fáceis e gostosas. Aqui abaixo vocês encontrarão algumas receitas (umas bem boas e outras nem tanto) que fiz nesse mês:

Churros


Acho que a receita que mais fez sucesso aqui em casa foi essa. Já fazia um tempo que tava desejando encontrar aqueles carrinhos horrorosos e sujos da rua que vendem churros, mas não encontrava nenhum ou quando encontrava perdia a coragem (Saúde em primeiro lugar). Daí, certo dia me surgiu a brilhante ideia de fazer, assisti váááários vídeos e encontrei o da minha vida:




Essa receita é muuuuuuuito fácil, fiquei impressionada com a facilidade: não tem erro. E quando eu digo que não tem erro, não tem MESMO. Considerem que sou a pior cozinha do mundo. Fica uma delícia, meio enjoado depois de um tempo, confesso, mas uma delícia; crocante por fora e fofinho por dentro. MARAVILHOSO. FAÇAM.
OBS: Como não tinha aqueles troços estilo glacê, meu churros não ficou na forma certinha, mas ó quando você ta comendo isso nem passa pela cabeça.

Primeira vez que fiz
Segunda vez com doce de leite



Pão de calabresa

Nesse dia, contrariando toda uma vida, estava com mais vontade de comer algo salgado do que doce. Passei horas procurando algo salgado e fácil de fazer, foi quando descobri o canal Receita de minuto. E bati o olho nessa receita e comecei a babar por ela, não que eu seja fã de calabresa, não sou, ela me deixa com afta, mas essa me ganhou de um jeito que nem sei. 





Quando assisti, pensei realmente que ficaria igual um pão, mas parece muito uma torta salgada, sabe? Não que fique ruim por isso, de jeito maneira, mas é que achei interessante. Enfim, a receita é feita no liquidificador, é super fácil, rápida e fica uma delícia. O único problema que o pessoal aqui em casa não gostou muito foi que coloquei muita calabresa, mas fora isso ele ficou maravilhoso. O problema é que eu pensei que ficaria pouco recheio, por isso caprichei na calabresa, mas nem ficou, é até legal deixar menos recheio, porque a massa é deliciosa. 




Eu não tinha aquelas forminhas bonitinhas em que a menina do vídeo coloca o pão/torta, então simplifiquei tudo e coloquei numa travessa só. Ficaria muito mais legal se eu tivesse tirado uma foto do recheio, né? Mas não pensei nisso na hora ):


Brownie de microondas

Nessas minhas aventuras culinárias, prezei muito pela facilidade e rapidez da receita, então a grande maioria que fiz não precisava de forno, exceto essa de cima. Então quando encontrei esse brownie de microondas eu tinha que tentar. Porém preciso confessar que tenho uma certa birra com brownie, nunca consigo fazer direito e ele fica meio estranho todas as vezes. Não foi diferente nesse caso. Veja bem, ele ficou uma delícia, eu amei, todo mundo amou, mas ele não ficou com aparência de brownie, sabe? Mas tudo bem ):





Esse canal é um dos meus preferidos, fiz inúmeras receitas primeiro com eles. Quase nenhuma das comidas que eles preparam precisa de forno ou tem algum passo mais complicado, por isso meu amor eterno a eles, porque gosto de fazer o troço e já ir comendo logo depois, sabe? Não gosto muito de esperar algo que to morrendo de vontade de comer.



Ficou bem esquisito visualmente né, mas ficou bem bom.

BÔNUS:

Também tenho dificuldade com biscoitos, ou eles saem com um gosto bem ruim ou bem esquisitos sem parecer biscoitos mesmo (Nem um pouco crocantes). Esse biscoito de churros ficou muuuuuuuuuito ruim, ninguém conseguiu comer nada, tivemos que jogar fora mesmo, porque tava intragável.




Fiz outras receitas, mas esqueci a maioria e a de Waffles que aprendi é tão boa que vivo fazendo por aqui. Como não tenho foto da belezura que são os waffles que faço, não vou colocar aqui. Quando eu fizer novamente, tiro várias fotos e posto um pouco sobre. Assim como posso falar da minha especialidade: panquecas !!!!!!!!!!!!!!!!